É a primeira vez que o WRC vai ao Chile, por isso há que dar um desconto. A história conta-se em poucas, linhas. Um polícia de moto foi visto no Monday Test a rodar pelo troço e a ser ultrapassado por um concorrente que testava o seu carro. Um pouco mais à frente, o polícia caiu e aleijou-se. Nada de muito grave, felizmente, mas as imagens correram mundo e a explicação não demorou.
Segundo revelaram os organizadores, o polícia pensava ter havido um acidente pouco depois do local em que se encontrava, e foi tentar ajudar: “Ele agiu por conta própria, assustou-se, caiu e magoou-se nos ligamentos da perna, passando a noite no hospital. Ele simplesmente tentou ajudar” disse fonte da organização que se isentou de responsabilidades.
Na verdade, hoje em dia, são poucas as vezes que há falhas de segurança deste estilo, a mais recente teve a ver com a entrada de um carro dos bombeiros no troço, em sentido contrário, no Rali da Polónia. Neste caso chileno, foi uma falha, mas que provavelmente, tal o impacto de que, servirá mais para ajudar, do que outra coisa qualquer, pois neste momento já todo e qualquer polícia chileno já sabe que deve ficar quieto onde está até que alguém lhe diga o que terá de fazer.
Bem mais complicado para a organização deve ter sido o facto da PE3 ter arrancado sem o Delegado de Segurança da FIA ter autorizado…










