Guenther Steiner falou novamente sobre o tecto orçamental, um tema cada vez mais comum e que o responsável da equipa americana gostava que fosse implementado, pelo bem da F1, para que haja mais competitividade entre equipas.
“Gostava de ver mais equilíbrio na F1, de uma forma geral”, disse Steiner em Barcelona durante os testes de pré-temporada ao gpfans.com. “Com igualdade de condições financeiramente, se todos puderem jogar com os mesmos meios, os mesmos recursos ou uma quantia igual de dinheiro, isso torna a competição mais equilibrada. Isso é o que os fãs querem ver na minha opinião, e eu acho que Mattia [Binotto] e Toto [Wolff] também o querem. Eles começam a entender isso. Depois de muito tempo de domínio, a tendência é destruir o que temos. Estamos a discutir pequenos detalhes [sobre as novas regras de 2021] , mas acho que todas as equipas estão alinhadas. As grandes equipas ainda terão sempre uma vantagem, porque as suas infraestruturas estão muito mais desenvolvidas, mas a vantagem será menor.”
“A Liberty também está alinhada com este objectivo. Para que tenham sucesso, têm de ter a atenção do público e pessoas nas pistas”, disse ele. “E só o conseguirão tendo um bom “show”, como dizem os americanos.”
A questão do tecto orçamental é cada vez mais falada e começa, aos poucos a ganhar mais força. Equipas como a McLaren e Williams começam a apoiar a ideia, e das dez equipas do grid, apenas três estarão com menos vontade para que a medida avance e mesmo assim a abertura é incomparavelmente maior do que há alguns anos atrás. A teoria diz que a medida tem tudo para dar certo, mas já vimos muitas medidas aplicadas que em teoria resultariam e que na prática revelaram-se em fiascos. Mas a F1 precisa de mais competitividade e esse pode ser mesmo o caminho a seguir.












