Alejandro Agag, líder da Fórmula E, não descarta que, num futuro, ainda longínquo, possa existir uma fusão com a Fórmula 1. A competição de monolugares elétricos tem ganho popularidade de ano para ano, ganhando também cada vez mais construtores e pilotos com mais nome.
Numa altura em que se começa a discutir o futuro da F1, a nível de que motores usar, existe, possivelmente, um problema caso se decida, a médio prazo, passar para os motores elétricos, já que a FE tem acordo de exclusividade até 2039, ou seja, até esta data apenas poderá haver uma competição de monolugares elétricos.
“O acordo inclui hidrogénio e todas as formas de motores elétricos. Uma fusão com a F1 apenas será uma possibilidade a longo prazo, nesta altura não”, disse Agag.









