Dezoito anos depois, o Rali de Portugal está de volta às estradas do Centro de Portugal. O Turismo Centro de Portugal congratula-se com este regresso, há tanto tempo aguardado pelos entusiastas do desporto automóvel, que recordam com nostalgia as míticas classificativas de Arganil, Lousã e Góis, recheadas de momentos que marcam a história da modalidade.
Este acontecimento tão relevante foi o destaque da apresentação oficial da edição de 2019 da prova. Uma apresentação que aconteceu em dose dupla: na sede do Automóvel Clube de Portugal e na Câmara Municipal de Coimbra. Será em Coimbra, mais concretamente na Porta Férrea da Universidade, que, a 31 de maio, será dada a partida para os 80 carros que vão competir e que seguem depois para os troços cronometrados de Lousã, Góis e Arganil.
Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal,
destaca que “passados 18 anos, voltamos a ter o melhor rali do mundo no seu
santuário, naquele que é verdadeiramente o sítio natural”, e recorda a
importância que este evento assume para a região: “A captação de um grande
evento como o Rali de Portugal transforma a nossa região, ajudando a esbater as
assimetrias regionais.
O rali é um veículo privilegiado para unir o litoral e o interior, uma vez que
junta o património mundial com o queijo, o vinho, o mel e tantas das nossas
iguarias, e que se transforma num grande momento de afirmação internacional”.
“O Centro de Portugal é uma grande região que tem hoje a capacidade de atrair
grandes eventos – o Rali de Portugal, o campeonato do mundo de trail running, a
nova Maratona da Europa, em Aveiro, e tantas outras provas que este ano vão ser
feitas no centro do país, e que ajudam ao aumento da nossa atratividade”,
acrescenta.
O regresso do rali representa também um importante impacto económico para os territórios envolvidos e que sentem já hoje a procura de alojamentos para esses dias. “Os alojamentos, a restauração, os serviços, todo o comércio da região vai beneficiar deste grande evento, nos dias 29, 30 e 31 de maio. Um dos nossos pré-requisitos foi que o rali dormisse pelo menos uma noite no Centro de Portugal. Era muito importante asseguramos que os 160 pilotos ficassem por aqui, para que a região pudesse usufruir desta aventura”, justifica Pedro Machado.












