José Pedro Fontes terminou o Rali Vidreiro no quarto lugar final, a 21 segundos do pódio, numa prova que não lhe correu bem em termos desportivos, já que não conseguiu alcançar os objetivos, num rali e que ao longo dos últimos anos esteve sempre em plano de evidência.
Uma série de contratempos fizeram com que José Pedro Fontes e Paulo Babo terminassem esta quinta prova da temporada – a primeira da época em asfalto – na posição possível e não naquela que ambicionava e agora a dupla do Citroën Vodafone Team já está a pensar na sexta jornada, no Rali de Castelo Branco, que se realizará nos dias 30 de junho e 1 de julho, onde finalmente deverá estrear ‘efetivamente’ o Citroën C3 R5.
Alguns problemas elétricos, um pião na segunda prova especial de classificação, ditou algum atraso para a concorrência, mas que era perfeitamente recuperável nas classificativas seguintes. Contudo, o Rali Vidreiro de 2018 viria a confirmar-se, em definitivo logo pela manhã do segundo dia: “Pelas indicações que tínhamos pensávamos que ia chover. Optámos por pneus de chuva, mas o piso acabou por estar seco, pelo que a partir daí não existia muito a fazer que não fosse minimizar o prejuízo e terminar o rali. Não alcançámos o resultado que queríamos, mas já estamos a pensar no Rali de Castelo Branco”, referiu José Pedro Fontes, que deixou uma mensagem para Carlos Vieira: “Este fim-de-semana mais importante que qualquer resultado desportivo é a recuperação do Carlos Vieira, e um rápido regresso a este desporto pelo qual é tão apaixonado”.











