Gunther Steiner defendeu que as penalizações na grelha de partida devido à utilização de elementos das unidades de combustão interna e turbo para além do limite autorizado para uma época devem continuar, ao contrário de Ross Brawn, que propõe que se venham a retirar esse tipo de castigos. No Grande Prémio de Itália nove pilotos foram sancionados com a perda de posições na grelha, e isso acabou por gerar um rol de críticas.
Contudo, e em declarações à ESPN F1, Steiner afirmou que a retirada das sanções iria favorecer as equipas de topo no lugar de favorecer o espetáculo, como defende Brawn: “Temos feito isto por uma boa razão; o controlo de custos. Se falamos por exemplo de apenas um lugar na grelha as equipas da frente teriam ainda mais vantagem, já que podiam mudar tudo de modo a serem ainda mais rápidas. Bastou ver Ricciardo, que recebeu 35 lugares de penalização e terminou em quarto (em Monza). Não deveríamos gastar ainda mais dinheiro”.
O diretor da Haas revelou que se opõe à perspetiva de se retirar pontos no Campeonato de Construtores, sublinhando que as equipas se concentram sobretudo na classificação dos pilotos, e que a classificação das equipas tende a ser desvalorizada: “Qual é o que tem mais valor? O título de construtores ou de pilotos. Se pensamos apenas em ganhar o campeonato de poderíamos instalar um novo motor em cada a corrida. Os construtores acabariam em último mas o piloto se imporia. Temos dois campeonatos diferentes, mas isso não tornaria as corridas melhores”.









