Durante a sua carreira na F1 Alain Prost ‘conviveu’ com motores de vários tipos, turbo e atmosféricos, muito antes de conhecer as atuais unidades de potència V6 Turbo híbridas como conselheiro da equipa Renault F1 Team. Antigo piloto da McLaren, Ferrari e Williams o ‘Professor’ considera que a direção seguida pela disciplina deve manter o atual rumo e não deverá mudar, apesar de admitir necessários ajustes.
“Analisando o que se passa atualmente não há construtores que apoiem o regresso aos motores atmosféricos. Querem ter motores menos complicados do que os que temos atualmente, mas guardando a eletricidade de uma forma diferente, talvez utilizando coisas diferentes. Não querem voltar atrás, o que faz sentido”, afirmou Prost à Crash.net. O ‘Professor’ vai assim de encontro aquilo que já tinham defendido Ross Brawn, diretor desportivo da F1, e também Toto Wolff, diretor da equipa Mercedes.











E assim ele tá a falar por ele mas acho que toda a comunidade autosport gostaria de ver de volta os v 10 v12 ou v8 e depois custa milhões a dés envolver novas unidades motrizes de raiz
Toda a comunidade AutoSport não creio, mas toda a comunidade que já foi ver F1 aos circuitos acredito que sim.
Podiam usar motores de fusca…dizem que é o mais simples de todos ;p
Se na génese da F1 sempre esteve a inovação e o desenvolvimento, seria completamente anacrónico regressar a soluções antigas, de menor eficiência e desfasadas do “mundo real” dos carros do dia-a-dia.
A tendência irreversível é para os motores elétricos. A prazo a formula 1 só sobreverá se se transformar numa espécie de super-fórmula E, por muito que custe aqueles que valorizam mais os décibeis do que a tecnologia e a velocidade pura.