Em Silverstone, onde decorre o Grande Prémio da Grã-Bretanha, Vijay Mallya admitiu que a mudança de nome da sua equipa para Force One não é um dado adquirido, ainda que tenha registado essa denominação e a possa utilizar. “Force One é o nome mais óbvio que vem à cabeça. A primeira coisa que vemos é o nome disponível e registá-lo antes de qualquer outra pessoa o fazer. Por isso neste processo não significa que o novo nome vá ser a Force One”, afirmou o empresário à agência Reuters.
“Talvez haja outras opções. Quando estive na fábrica esta semana alguém sugeriu porque não nos chamarmos Force Racing”, referiu Mallya, que garantiu não ter tomado uma decisão: “Não podemos mudar o nome com frequência. Não está decidido. Force India é um nome bem conhecido. A média dos fãs relaciona-se com a Force India. Um nome que construímos ao longo de 10 anos”, reforçou o indiano.
“Comprei esta equipa há já 10 anos… Podia tê-la chamado de Mallya Formula One ou Kingfisher Formula Oen. Mas estava apaixonado por ter uma equipa indiana na grelha. Agora as coisas mudaram. A Force India está muito limitada em termos de potencial. Infelizmente o Grande Prémio da Índia foi-se. Não há patrocinadores indianos., Parecem gastar todo o seu dinheiro no cricket. E preciso de manter a estabilidade financeira desta equipa para alcançar mais patrocinadores internacionais”, sublinhou Mallya.
A Force India, baseada em Silverstone, era anteriormente conhecida pelo nome de Jordan, Midland e Spyker, e depois de ter sido fortemente financiada por empresas de Mallya, começou a alterar essa estratégia. Há especulação que tal se deva às dívidas que o empresário contraiu na Índia e pelo qual o seu país pede a sua extradição do Reino Unido. Mas Mallya tem uma versão diferente dessa realidade: “Temos de pensar no posicionamento da equipa para os próximos anos. Estamos bem graças aos esforços de toda a gente envolvida e temos uma série de novos patrocinadores. Estamos em contacto com outros potenciais que estão interessados num acordo com patrocinadores principais. Vamos ver como tudo isso evolui”.










