Romain Grosjean admitiu que as suas constantes queixas via rádio com os travões do Haas são porque receia pela segurança. No Grande Prémio do Azerbaijão o francês voltou a fazer o mesmo. “Peço que se o carro se tornar perigoso por causa dos travões mandem-me parar”, afirmou o piloto gaulês. A resposta no muro das boxes não tardou: “Compreendido. Estão a ficar muito quentes por isso abranda durante algum tempo”.
Depois da corrida Grosjean, que foi 13º, não falou sobre o assunto, nem aos ‘media’ nem no press release da equipa Haas, mas numa entrevista posterior ao Canal Plus, instado a comentar as comunicações o piloto francês disse apenas: “Não há comentários a fazer”. Mas salientou que a corrida foi “catastrófica do princípio ao fim de semana”.
“Temos que nos colocar as questões certas e encontrar os problemas. Não podemos ter seis sessões num fim de semana e termos um problema em cada uma delas. Torna-se perigoso. Até temo pela minha segurança. Isto foi demasiado longe”, afirmou ainda Romain Grosjean, que também se sente vitimizado pelos responsáveis da F1 ao divulgarem tantas mensagens suas pela rádio. “Toda a gente diz coisas (pela rádio), e depois eu digo coisas, que são só para a equipa e não é para o exterior”, queixou-se o francês.










