Pascal Wehrlein vai falhar o seu segundo grande prémio consecutivo, mas Monsiha Kaltenborn garantiu que o piloto alemão está a trabalhar ‘no duro’ para regressar à pista “o mais depressa possível”, depois de ter sido obrigado a ceder o seu Sauber a Antonio Giovinazzi no Grande Prémio da China, à imagem do que sucedeu na Austrália.
A lesão das costas sofrida por Wehrlein na Corrida dos Campeões está a ter uma recuperação mais demorada do que se supunha, e embora tenha participado na segunda semana de testes em Barcelona e nos primeiros treinos do Grande Prémio da Austrália percebeu que o piloto germânico não estaria ainda em condições para regressar à competição em Xangai. A diretora da Sauber enfatiza que Pascal está a trabalhar duramente para regressar o mais rápido possível, que deverá ser a terceira prova da temporada de F1.
“De um ponto de vista médico ele foi considerado pronto. O resto tem a ver com a sua forma física, mas num nível em que seja capaz de estar a cem por cento em cada corrida temos que ter em conta a opinião de médicos e outros especialista, pois esta é uma modalidade muito exigente para os pilotos”, justificou Monisha Kaltenborn. “Ele está a trabalhar bastante na sua forma física, por isso é muito difícil dizer (quando regressa) porque o corpo humano não é assim tão lógico e analítico na sua evolução em termos de quanto tempo vai precisar. Mas o nosso objetivo é tê-lo no carro o mais depressa, idealmente na próxima corrida. E se não for possível então na seguinte”, acrescentou a suíça.










