Lewis Hamilton garante que nunca irá participar nos festejos de vitória bebendo champanhe por uma bota, um hábito tornando famoso por Daniel Ricciardo que o britânico da Mercedes considera “nojento”. O australiano introduziu o bizarro ritual depois de vencer o Grande Prémio da Alemanha de 2016, persuadindo depois o ex-piloto Mark Webber a juntar-se a ele na Bélgica, para repetir a ‘graça’ com Gerard Butler (da Red Bull) nos Estados Unidos.
Max Verstappen, companheiro de Ricciardo na Red Bull, e Nico Rosberg, também foram persuadidos a beberem da bota após o triunfo do australiano na Malásia. Contudo, num inquérito levado a cabo no facebook com o patrocinador UBS, Lewis Hamilton deixou claro que nunca se deixaria envolver em tais celebrações. “Isso não é nenhum feito de corrida (beber pela bota) e é nojento. Nem sequer beberia suor da minha própria bota. Temos estes fluídos hidráulicos a verterem para ali, a cerca de 300 graus centígrados, por isso está incrivelmente quente”, sublinha o vice-campeão do mundo.










