Depois do anúncio da saída da VW do Mundial de Ralis, três nomes muito fortes estão desde já no mercado, Sébastien Ogier, Jari-Matti Latva e Andreas Mikkelsen. Por isso não resta a mais pequena dúvida que o mercado de transferências vai fervilhar nas próximas semanas. Do lado da Citroën, que já há algum tempo confirmou os seus pilotos para 2017, Kris Meeke, titular e Craig Breen e Stéphane Lefebvre a alternarem-se no segundo carro. Contudo, o contexto mudou, e como é lógico a Citroën vai tentar contratar Ogier: “Se o piloto que venceu os últimos quatro campeonatos ficar livre, nós deveremos falar com ele”, escreveu Yves Matton” no L’Équipe de hoje.
De qualquer forma, o alto salário de Ogier, qualquer coisa como 7.5 milhões de euros por ano, poderá ser um óbice. Contudo, está a começar a ganhar forma uma solução que pode deixar o tabuleiro do WRC quase na mesma. Mas disso, só se poderá falar quando houver mais informação, pois para já tratar-se-ia de pura especulação. É uma hipótese de que falaremos quando juntarmos mais algumas peças. Fique atento…
Sendo hipótese para a Citroën, é conhecida a amizade de Ogier por Malcolm Wilson, mas nos negócios, amigos, amigos, negócios à parte e só mesmo se a Ford (ou um grande patrocinador) investisse, Ogier poderia ir para a M-Sport. De resto, Malcolm Wilson não anunciou os seus pilotos, mas Eric Camilli tem contrato até ao final de 2017. Restam Ott Tänak, Elfyn Evans e Mads Ostberg. Na Hyundai, a equipa está completa Thierry Neuville, Dani Sordo e Hayden Paddon. Resta a Toyota, que para já só contratou Juho Hänninen. Uma coisa é certa, não haverá carros para todos…












Com a sorte do Malcom, se calhar nem com o Ogier ganhava um campeonato de pilotos. Falta-lhe mãos para os carros e falta-lhe guito para chegar mais à frente. Se toda esta embrulhada fosse para 2018, talvez a Ford oficialmente dava uma perninha extra (quem sabe), tendo a possibilidade de ter Ogier ao volante. Mas gostaria de o ver era na Toyota, pois não os estou a ver a ter andamento de topo de início e assim equilibrava com a rapidez do próprio Ogier. – Citroen ficaria com os dois gajos porreiros, Meeke e Jari, e levava o nosso Azevedo.… Ler mais »