A Mercedes foi a equipa mais conservadora na escolha dos compostos de pneus Pirelli para o Grande Prémio do México. Ao contrário das suas concorrentes, a equipa alemã vai usar apenas cinco compostos supermacios, enquanto as outras equipas de topo vão usar seis, e outras equipas preferiram optar por sete ou mesmo oito conjuntos.
Os pneus supermacios tenham uma vida útil mais curta, mas em contrapartida oferecem melhor aderência, o que poderá ser uma vantagem no ar mais rarefeito à altitude a que está localizado o Autódromo Hermanos Rodríguez. Só que essa aderência exige um maior aproveitamento de potência a alta rotação, e a Mercedes está preocupada em poupar os motores depois das avarias que custaram resultados importantes a Lewis Hamilton.
Isto significa que equipas como a Ferrari e Red Bull, que optaram por seis conjuntos, poderão atacar mais em momentos determinantes do fim de semana, não só na corrida mas também em qualificação. Bater os Mercedes em qualificação pode ser importante para alcançar um bom resultado, dado que o traçado mexicano tem secções muito sinuosas e vai ser difícil ultrapassar. A Toro Rosso é a equipa que vai tentar surpreender, com oito conjuntos, não sentindo necessidade de poupar o motor Ferrari.










