Foi um regresso em grande, depois da desistência de ontem. Kris Meeke regressou ao último dia da competição para mais 65 km de troços cronometrados repartidos pela PEC9 que acaba de vencer e a Power Stage que se segue, e voltou a dar um sinal da sua rapidez e do que seria caso não tivesse sofrido os problemas que conhecemos ao longo deste Rali da Córsega.
Na ligação entre Antisanti-Poggio di Nazza, o vencedor dos ralis de Portugal e Finlândia ‘meteu’ 35,3s entre si e o segundo classificado, o neozelandês Hayden Paddon. Atrás deste ficou Jari-Matti Latvala, a 39,0s de Meeke, com Neuville, segundo classificado da geral, a 42,1s. O líder da prova Sébastien Ogier perdeu apenas 2,6s para o belga, concluindo os 53,78 km do troço no sexto posto, a 44,8s de Meeke.
Com 43,8s de vantagem sobre Neuville, só um acidente ou azar mecânico poderão retirar este triunfo em casa para Ogier, num momento em que ficam a faltar pouco mais de 10 km de troços cronometrados referentes à Power Stage.
“Foi um bom troço. Estava húmido em muitos locais e realmente concentrei-me em manter o calor nos pneus nas partes secas para termos mais aderência nas outras zonas”, disse Meeke, à chegada.
“É preciso ter cuidado quando o piso está húmido portanto decidimos levar o troço com calma. Quando estás nesta posição apenas queres chegar ao fim”, completou o campeão do mundo Sebastien Ogier, opinião partilhada por Thierry Neuville: “Não quis correr riscos – procurei conduzir bem e manter uma linha limpa”.











