A RGR Sport assegurou no México uma fantástica vitória na classe LMP2, naquela que é a sua corrida ‘caseira’ com Ricardo Gonzalez, Bruno Senna e Filipe Albuquerque a vencerem uma corrida atribulada. Um toque de Roman Rusinov no Ligier de Ricardo González, no início da corrida, quase arruinou a corrida para Filipe Albuquerque e seus colegas de equipa, mas González, Albuquerque e Bruno Senna conseguiram recuperar terreno. Parecia ser impossível melhor que o segundo lugar, mas na última hora, René Rast viu um disco do Oreca da G-Drive partir, deixando Filipe Albuquerque no comando, com o piloto português a passar os últimos 30 anos a manter uma curta distância sobre o Alpine de Nicolas Lapierre, quando a chuva tinha voltado à pista. Esta é a segunda vitória do ano para a RGR Sport, que desta forma reforça a segunda posição nas contas do campeonato: “Foi uma corrida de loucos, depois de sairmos da pole-position o Bruno conseguiu fazer um bom turno mas perdemos algum tempo nas boxes. O Ricardo também teve um contacto e as coisas não estavam a correr para o nosso lado. Quando foi a minha vez de ir para a pista, entrei no carro cheio de garra e de querer fazer as coisas bem. Estávamos em terceiro a alguma distância dos da frente. Eu comecei a recuperar terreno ao Alpine do Lapierre, mas as condições começaram a ficar muito complicadas, ora chovia ora parava. Enfim, não foi fácil andar com slicks na pista assim. A meio do meu turno, o meu engenheiro perguntou-me se podia andar mais uma hora e meia no carro. Eu respondi que sim, ia ser difícil mas eu queria muito esta vitória. Fiquei até ao fim, foi cansativo, foi no braço. Era importante conseguir esta vitória para uma equipa mexicana, ganhar no México foi emocionante, para mim e para os meus colegas de equipa, especialmente o Ricardo González. Ele está nas nuvens e nunca mais se vai esquecer deste momento. O nosso grande objetivo era ganhar Le Mans, que não aconteceu. Esta era a nossa segunda Le Mans, e ganhámos.











