Depois de onze provas do Mundial de Ralis, entre as quais três Ralis de Portugal, um Rali Vinho da Madeira e um RallyLegends, eis que a ‘Catrele’ fez o pleno com o fantástico Eifel Rallye, numa prova que nem sequer Stig Blomqvist se coibiu de se sentar na mais famosa Renault da história do Mundial de Ralis. É absolutamente fantástico o carinho que os adeptos dos ralis dão à 4L, e no famoso medidor de interesse, o ‘aplaudímetro’, a dupla António Pinto dos Santos/Nuno Rodrigues da Silva leva sempre a melhor e mesmo com tantos Audi Sport Quattro E2, Lancia Delta S4, Ford RS200, MG Metro 6R4, Lancia 037 Rally em prova, sendo mesmo a equipa, cujo navegador consegue fazer boa parte das especiais a dizer adeus aos adeptos, que retribuem em uníssono, e ao mesmo tempo orientar o piloto pelos bons caminhos. E quem julga que a 4L passeia, devia experimentar andar nas ligações atrás ‘dela’, para ver o que é bom, pois ter ritmo de WRC não é para todos. No pódio final, António Pinto dos Santos e Nuno Rodrigues da Silva foram dos que receberam maiores aplausos. Pelo caminho, as habituais aventuras que sempre sucedem nestas participações desde andar furados 15 Km ou ter faltado gasolina a 10 metros do reabastecimento. Em termos de ‘classificação’, no ‘aplaudímetro’ a ‘Catrele’ disputou os lugares da frente, e ficou a poucas palmas do pódio, depois duma disputa acirrada com o Audi Sport Quattro Pikes Peak de Walter Rohrl… Agora, venha a Córsega, depois de um merecido descanso da ‘Catrele’…











