Apesar da polémica em torno da qualificação de Lewis Hamilton, que ultrapassou os limites da pista durante a sua volta mais rápida, como se pode ver na imagem, foi antes o segundo classificado da sessão Nico Rosberg a levar um ‘cartão amarelo’ dos comissários de pista, que indicaram que o piloto abrandou em demasia logo após a sua primeira volta lançada.
Um comunicado da FIA lançado após a qualificação afirmava que o piloto teria que explicar o motivo para quebrar o Artigo 27.5 do Regulamento desportivo. Caso tivesse sido considerado culpado, Rosberg poderia receber uma penalização na grelha de partida, até porque Charlie Whiting enviou uma nota às equipas na noite de sexta-feira, referindo que o tempo máximo permitido entre as duas ‘linhas’ do safety-car é de 1m45.0s.
A ideia de ter um tempo máximo é limitar o risco de acidentes a conta de pilotos a guiarem demasiado devagar face a outros em voltas rápidas. Mas, de acordo com os tempos oficiais da sessão, depois de marcar um tempo de 1m30.724s na sua primeira volta lançada na Q1, o piloto alemão abrandou em demasia na volta seguinte, realizando uma marca de 2m26.444s antes de procurar novamente realizar uma volta rápida.
Apesar de outros pilotos também terem sido mais lentos na sua segunda volta, nenhum abrandou tanto como Rosberg. Os comissários decidiram não penalizar o piloto alemão depois de este transmitir-lhes que procurava arrefecer os pneus antes de tentar uma nova volta mais rápida, e não regressar às boxes.
“O carro 6 não se encontrava a regressar às boxes quando o tempo foi obtido entre as linhas do safety-car”, diz o segundo comunicado.











