Os constantes problemas mecânicos que afetaram os carros das três marcas nas primeiras duas provas do WEC deixaram antever a possibiliade, normalmente remota, de um LMP1 privado ganhar as 24 Horas de Le Mans à geral. Uma ideia que é reforçada pelas excelentes classificações dos dois Rebellion nas corridas de Silverstone e de Spa, com dois terceiros lugares para o carro nº 13 e dois quartos lugares para o nº 12, que deixaram os pilotos da Rebellion no segundo e no quarto lugares do campeonato após as primeiras duas corridas.
A Rebellion alinha com dois carros, construídos pela Oreca especificamente para a equipa suíça. Isto já faz do R-One um chassis competitivo. O carro nº 12, com três pilotos da Fórmula E (Nicolas Prost, Hick Heidfeld e Nelson Piquet Jr.), dois dos quais já correram na Fórmula 1, é teoricamente o mais competitivo. Mas para Le Mans o ritmo mais comedido, necessário em alguns momentos da corrida, poderá servir para beneficiar o carro nº 13, em que estão Mathéo Tüscher, Alex Imperatori e Dominik Kraihamer. Os motores da Advanced Engine Research estão mais fiáveis este ano.
A ByKolles Racing Team, de Colin Kolles, constrói o seu próprio carro, o CLM P1/01. Com menos recursos que a Rebellion, a equipa austríaca vai ter como objetivo chegar ao fim, mas não são candidatos à vitória na classe de privados e em termos gerais poderão até ser ultrapassados por alguns LMP2.













