O ano passado, a categoria LMP2 deu o maior espetáculo de toda a corrida, com os três primeiros classificados a lutarem pela vitória até ao fim. Este ano, poderá não ser tão fácil, isto apesar desta classe representar o maior número de participantes deste ano. As performances estejam equilibradas na luta pelos lugares cimeiros depois das duas primeiras provas do campeonato, mas os Oreca foram claramente mais competitivos nos testes oficiais.
A presença portuguesa é assegurada por Filipe Albuquerque, que este ano mudou-se para a RGR Sport by Morand, um novo projeto liderado por Ricardo González, e venceu a primeira corrida do campeonato ao volante do Ligier, uma penalização roubando-lhe um segundo triunfo em Spa. João Barbosa não está a participar no WEC, mantendo-se dedicado ao IMSA, mas foi novamente recrutado para complementar a equipa da Krohn Racing.
Finalmente, a Algarve Pro Racing conseguiu finalmente o aguardado convite para a prova, aproveitando alguns abandonos para saltar da lista de reservas para a lista de inscritos. A equipa de Faro, liderada por Stewart e Samantha Cox, não estará no lote de favoritas, pois os seus três pilotos (Chris Hoy, Andrea Pizzitolla e Michael Munemann) são todos gentlemen drivers.
Este poderá ser o ano da Alpine em Le Mans. A marca francesa, que participa com dois carros (um com a bandeira chinesa), venceu à classe pela última vez em 1969. Tendo triunfado em Spa e feito o segundo tempo nos testes, a vitória é possível. No campo dos chassis construídos pela Oreca, também é preciso levar em conta a G-Drive Racing, a Manor e a KCMG, que este ano não participa no campeonato mas quer defender a vitória do ano passado. Da ELMS, a Thiriet by TDS Racing é favorita, mas a Eurasia foi mais rápida nos testes.
Além da RGR Sport, a Ligier poderá contar com os dois carros da Extreme Speed Motorsports e com o carro da Greaves para tentar conquistar bons resultados, enquanto a estreante Michael Shank Racing poderá ser a incógnita, dependendo da durabilidade do motor Honda. O Gibson da Strakka pode ser competitivo se mantiver o nível de fiabilidade (ainda que seja o design base mais antigo em prova), e os BR01 da SMP Racing terão que aproveitar os despojos deixados pelos outros.












