Pode parecer estranho que o vencedor do troço de Ponte de Lima seja um piloto que não disputou a especial, mas esta é daquelas decisões que são tomadas por pessoas muito experientes, que foram capazes de ‘julgar’ com toda a justiça um caso que era muito complicado.
Neste momento, já foi publicada a decisão do Diretor de Prova relativa ao ‘caso’ do troço de Ponte de Lima 2, que, recorde-se, foi interrompido na sequência dos acidentes de Hayden Paddon e Ott Tanak. Nessa altura vários carros já estavam no troço, outros fizeram-no em ligação. Depois de examinar os tempos realizados antes da interrupção da especial, o Diretor de Prova decidiu, aplicando o Art. 39 dos Regulamentos do Mundial de Ralis, alocar tempos de 19.43,6s ao carro Nº 6 (Eric Camilli) e de 19.20,6s a Kris Meeke, sendo estes os registos mais importantes.
Convém aqui referir que o Diretor de Prova, Pedro de Almeida, é totalmente soberano na atribuição destes tempos, que, logicamente, foram estudados ao pormenor por si e pela sua equipa. Só quando falarmos com o Diretor de Prova saberemos exatamente como se fizeram as contas, mas neste momento é seguro dizer que são… à prova de bala.









