Clima de crise financeira. Tem sido este o ambiente em que a Sauber entrou e tem vivido no Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2016, com o clímax a ser, talvez, a falta sucessiva de pagamento aos funcionários da equipa. Agora, e apesar de não adiantar pormenores, a chefe da Sauber, Monisha Kaltenborn, afirmou que, talvez, o pior já tenha passado.
“Temos estado a fazer progressos. Temos de os ter porque estagnar não é opção e esperemos mostrá-lo em breve. Há obviamente alguma frustração neste momento, mas se tivéssemos o financiamento e ainda estivéssemos onde estamos, então isso seria provavelmente mais frustrante. Então isto dá-te… não sei a palavra para isso, mas não é conforto, com certeza. Por isso precisamos de continuar focados no que estamos a fazer para aguentarmos isto”, disse Monisha Kaltenborn, acrescentando: “Analisando o nosso monolugar do lado do chassis, nós ainda não temos as atualizações que queremos trazer. Isso vai levar algum tempo a chegar. Só aí poderemos ver o verdadeiro potencial do C35.”
Porém, Kaltenborn alerta: “Isto não é tudo acerca do carro, é um conjunto. O nosso fornecedor de motores, a Ferrari, tem feito um bom trabalho, mas eles têm de ver onde se posicionam em comparação com outros fornecedores de motores do momento. Eles também têm um caminho a percorrer”, finalizou.











