A Lada entrou para a história do WTCC ao vencer a sua primeira corrida neste campeonato por intermédio de Robert Huff. Depois de Max Chilton ter vencido a primeira corrida em Beijing, Huff registou um triunfo magistral na segunda, fazendo com que, pela primeira vez este ano, a Citroën não somasse qualquer vitória durante um fim de semana.
Arrancando da pole, Huff rapidamente conseguiu uma pequena margem de vantagem com o Lada Granta sobre Tom Coronel que terminou em segundo, com o Chevrolet Cruze, que apenas foi um incómodo na parte final da corrida quando o ar condicionado do Lada deixar de funcionar e Huff sentiu dificuldades físicas acrescidas devido ao calor, perdendo, naturalmente, rendimento.
No último lugar do pódio terminou Sébastien Loeb, que somou o seu sétimo pódio da temporada. Depois de chegar a fazer sombra a Coronel, o francês acabou por se atrasar ligeiramente e terminou com Jose Maria Lopez a discutir consigo a posição, passando ambos praticamente lado a lado pela bandeixa de xadrez, mas com o photo-finish a ‘pender’ para o lado de Loeb por apenas 0,030s.
Numa corrida que voltou a ter um pódio diferente (o que aconteceu pela 17ª vez este ano), o maior prejudicado foi Yvan Muller que terminou na nona posição, no fim de um grupo constituido por Norbert Michelisz (Honda Civic), James Thompson (Lada Granta), Gianni Morbidelli (Chevrolet Cruze) e Max Chilton (Chevrolet Cruze), perdendo pontos importantes para lutar com Lopez pelo título.
Neste grupo não se conseguiu integrar Tiago Monteiro, que arrancou no penúltimo lugar da grelha e terminou em 13º, passando a parte final da corrida a tentar desalojar Ma Quing Hua da 12ª posição, de qualquer modo, sempre fora dos pontos. Apesar da posição, o piloto do Honda Civic mantém o quarto lugar do campeonato (e o melhor ‘não-Citroën’ ) pois mesmo sem somar qualquer ponto durante o fim de semana, mantém ainda 20 pontos de diferença para Gabriele Tarquini.
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