Com o valor de inscrição ainda por pagar, os responsáveis pelo grande prémio garantem estar preparados para pagar essa verba mas revelam que o contrato que lhes foi proposto por Ecclestone continha proposições “impossíveis de concretizar”, enviando um outro ao detentor dos direitos comerciais da F1.
Com a situação por desbloquear, Ecclestone referiu à Associated Press que “o prazo ainda não foi atingido, pelo que ainda estamos a tentar que [o GP] aconteça. Eles precisam de reunir algum dinheiro e uma caneta o mais depressa possível. Eles sabem disso perfeitamente”.
“Os prazos são coisas terríveis porque as pessoas vão sempre até ao final desse prazo. Mas se [o contrato] não estiver assinado antes do Conselho Mundial do Desporto Automóvel [a 7 de dezembro], não irá acontecer. Eles estão a ter dificuldades para garantir o lado financeiro – esse é o problema. Eles estão a tentar. Seria uma pena para todos se a corrida não acontecesse. Eu preferia que a mesma se realizasse”, acrescentou.









