Com três semanas de interregno entre os Grandes Prémios da Grã-Bretanha e da Hungria, as possíveis mexidas na Ferrari e, consequentemente, na Williams, no final da presente temporada, têm centrado as atenções do mercado de pilotos do Campeonato do Mundo de Fórmula 1.
Depois de um ano aquém do esperado, a Scuderia poderá prescindir dos serviços de Kimi Raikkonen, e Valtteri Bottas, da Williams, é apontado como o seu mais provável sucessor para o lugar.
Quanto a Nasr, ex-piloto de testes da Williams, e atual piloto da Sauber, poderá fazer aqui um regresso a casa, mas, para já, lembra que “da minha parte ainda não ouvi nada. Claro que há sempre rumores. Mas estou ainda ligado à Sauber, temos um plano para melhorar o monolugar em 2016, temos muito trabalho em curso e contratámos um novo diretor técnico”, referindo-se a Mark Smith. De recordar que Felipe Nasr tem a acompanhá-lo o patrocínio do Banco do Brasil, algo que é também poderá ser uma ajuda no processo.
Já o futuro de Valtteri Bottas está nas mãos da Williams, isto porque a equipa tem uma opção sobre os seus serviços, se optar por essa via, o finlandês terá de permancer mais um ano na estrutura de Grove, a não ser que Sir Frank Williams aceite vender o contrato à Ferrari. Sobre este ponto, o Corriere dello Sport explica que a Williams estaria disposta a prescindir da opção de contrato, ‘cedendo’ Bottas à Ferrari a troco de cerca de 12 milhões de euros.









