As medidas foram aceites de forma unânime por todos os elementos das equipas, indo ao encontro das preocupações anteriormente expressas pelo presidente da FIA, Max Mosley, que hoje tornou público o conteúdo da carta que enviou ao presidente da FOTA, Luca di Montezemolo e a todos os outros elementos daquela Associação.
Assim, na reunião de hoje, foi assinado um Acordo de Restrição dos Testes Aerodinâmicos, que coloca um travão no desenvolvimento aerodinâmico dos monolugares, a começar já em 2009.
Para além disso, e numa medida mais a longo-prazo, para 2010/2012, foi acordado o desenvolvimento e posterior congelamento de transmissões de baixo custo, as quais terão uma vida útil de seis corridas e que não deverão ultrapassar os 1.5 milhões de euros por ano, ao mesmo tempo que foi reforçado o empenho no fornecimento de motores a 5 milhões de euros por ano para as equipas independentes, as quais apoiaram esta medida.
O Grupo de Trabalho Técnico da FOTA irá agora debruçar-se mais aprofundadamente sobre estas matérias nos próximos tempos, bem como na procura de reduzir o uso de materiais caros que não sejam diferenciadores de performance.
Na reunião ficou ainda expresso o apoio ao futuro comprador da equipa Honda, prometendo que aceitarão a alteração do nome, mesmo que de forma tardia.












