Com um calendário de seis provas, duas em pisos de terra e as restantes em asfalto, este é um campeonato que se afigura, “como muito competitivo. Basta ver que a maioria dos concorrentes inscritos no Rali Torrié pertence a este campeonato. Além disso há novos carros e outros que tiveram uma evolução substancial, enquanto o nosso Clio se mantém tal e qual como na época passada”.
Tendo efectuado recentemente testes com o Clio S1600 e depois de ter reconhecido os troços do Rali Torrié, o piloto de S. Pedro do Sul mostra-se, “confiante num bom resultado. Mais uma vez vamos tentar fazer uma prova com muita cabeça, não entrar em euforias. O mais importante é conseguirmos uma boa pontuação logo nesta prova de abertura. Vamos ver se o Clio corresponde”, explicou.
Sobre a prova que se disputa na zona da Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho, Carlos Matos referiu, “não é um rali muito do meu gosto, mas julgo que estamos bem preparados”. O piloto alerta ainda para algumas situações menos claras aquando dos reconhecimentos, não escondendo o seu desagrado: “fui reconhecer com um carro normal, sem rollbar e com pneus de estrada, tal como obrigam os regulamentos deste ano. Inclusive gastei dinheiro para readaptar o carro e afinal o que vejo nesses reconhecimentos, pilotos a reconhecerem os troços com carros com rollbar e pneus de terra. Não estou a acusar ninguém, mas senti-me enganado. Afinal as regras existem para ser cumpridas ou apenas para figurarem nos regulamentos? Gostaria que a organização e/ou a federação me dessem uma resposta”, afirmou.












