Após uma violenta queda nos testes do Qatar, o piloto partiu imediatamente para Barcelona, onde lhe foi detectada uma pequena fractura no pulso esquerdo, com os médicos a optarem pela operação para colocarem um pequeno parafuso de titânio para debelar a situação.
Já hoje, depoios de deixar o USP Institut Universitario Dexeus, Pedrosa concedeu uma pequena conferência de imprensa, em conjunto com o Dr. Xavier Mir, director da Unidade de Microcirurgia do USP, com este último a explicar que tudo correu bem mas escusando-se a adiantar uma data para o seu regresso à actividade desportiva.
Isto porque se o tempo de recuperação para o pulso não é muito alongado, já o tempo necessário para recuperar da pequena cirurgia no joelho será mais vasto, uma vez que terá de o ter completamente imobilizado por três semanas, só o começando a dobrar pela quarta semana, sendo isso que mais preocupa o piloto.
“Sinto-me muito melhor. Quando cheguei aqui a verdade é que o joelho não parecia estar muito bom, mas a operação correu bem e estou muito contente”, disse Pedrosa, acrescentando que “é muito importante descansar agora e deixar o corpo recuperar nestes primeiros dias, deixar as coisas seguirem o seu curso, e só depois iniciarei o meu plano de recuperação”.
Ainda assim, o piloto não sabe se estará pronto a tempo da primeira corrida: Estamos a planear trabalhar de forma árdua para estar preparado para o Qatar, mas quando o dia chegar veremos se estarei realmente em perfeita forma para correr”, explicou, adicionando que “o objectivo é tentar estar em forma para a primeira corrida”.











