A revista italiana cita Massimo Cacciari, filósofo e ex-presidente da câmara de Veneza, em declarações à Radio Popolare, adiantando que Montezemolo estará a preparar um movimento político transversal à sociedade: “O objetivo do advogado [Montezemolo] é de intercetar os votos daquela área de opinião pública que não vai às urnas e não se reconhece neste bipolarismo italiano, porque está falido”, é citado Cacciari.
A reforçar estas declarações, estão aquelas proferidas por Montezemolo alguns dias antes em Nápoles, nas quais o responsável da Ferrari afirmou que a classe política italiana “estava falida”, considerando até a segunda república como um “desastre que piora diariamente”.
A confirmar-se este cenário, restará saber quem irá suceder a Montezemolo à frente dos destinos da Ferrari, perfilando-se já os nomes de Lapo Elkann, irmão do atual presidente do grupo Fiat, John, e de Andrea Agnelli, filho de Umberto Agnelli.











