Carlos Sousa e Miguel Ramalho, a única dupla nacional presente no Dakar 2013 foi apresentada na China, numa cerimónia realizada esta quarta-feira perante mais de centena e meia de jornalistas e onde marcaram presença também Zhou Yong e Pascal Maimon (19ºs em 2012).
Sexto classificado na última edição, garantindo o melhor resultado de sempre de um construtor chinês no Dakar, Carlos Sousa volta a ser a grande esperança da Great Wall neste seu segundo ano de ligação ao maior exportador automóvel da China.
“É um país que despertou em definitivo para o Dakar e que tem hoje já uma outra perceção do impacto e do potencial mediático que gira em torno desta prova. Apesar desta ligação ser ainda muito recente, o resultado de 2012 acelerou em muito esta nova realidade, despertando um interesse generalizado sobre o Dakar e em particular sobre o desempenho dos construtores locais”, explica Carlos Sousa.
Mantendo a esperança de repetir um lugar dentro do top-10, Sousa admite que será difícil igualar o sexto lugar da última edição: “Por muito que me custe, temos de ser realistas e assumir que 2013 poderá constituir um retrocesso em termos de classificação geral. É que vamos num carro sem qualquer tipo de evolução ou desenvolvimento face ao ano passado e que inclusivamente perdeu em performance. Com efeito, as novas regras obrigam-nos agora a utilizar um motor de série que nos penaliza fortemente em velocidade de ponta, logo num ano em que o regulamento passou a privilegiar os potentes e leves buggys de motorização a gasolina”, analisa o piloto.












