Valentino Rossi considerou mesmo que “é inacreditável. No ano passado quase todos os grandes prémios tiveram chuva mas este ano é ainda pior. Tivemos esse problema no Qatar e agora aqui é um desastre. Claro que não é uma grande ideia vir a Motegi em Abril, por que as condições meteorológicas são sempre muito más”.
Para o italiano, os problemas vão muito além do facto de se correr ou não com chuva, mas sim também com o facto de terem rodado muito pouco no traçado.
“Agora vamos correr apenas com 45 minutos de pista seca e 45 minutos em molhado e julgo que, por isso, vai ser uma das corridas mais imprevisíveis de sempre. Tivemos sorte porque conseguimos uma boa sessão no seco e estamos na ‘pole’, o que é muito importante para a corrida, mas é impossível estar a 100 por cento com tão pouco tempo de pista e tão poucos dados”, acrescentou Rossi.
Também Casey Stoner não se demonstrou muito compreensivo para com o agendamento do GP do Japão para Abril, com o australiano a considerar que “estaria zangado e frustrado se não fosse o facto de estar na primeira fila”.
“É uma situação muito difícil para todos mas estamos todos no mesmo barco”, aproveitou para brincar o vencedor da primeira corrida do mundial. “Apenas com 45 minutos em seco e 45 em molhado existem muitas áreas da moto que julgamos podem ser melhoradas mas, como digo, é a mesma situação para todos os pilotos”, acrescentou, demonstrando-se, contudo, “confiante de que teremos uma boa afinação para fazer voltas rápidas em pista seca e molhada”.
Entretanto, o warm-up de amanhã viu a sua duração alargada de 20 para 40 minutos, de forma a dar aos pilotos a oportunidade de terem mais tempo para rodarem na pista japonesa.












