“Tenho que tomar posse, compreender como funciona esta grande e muito complexa máquina para estabelecer as prioridades. Mas tenho de trabalhar para unificar a FIA tanto no seu aspecto social como desportivo”, começou por dizer nas primeiras declarações como presidente da FIA, acrescentando que quer “recuperar a harmonia com as equipas da FOTA”.
Todt garante que o seu objectivo é olhar em frente e colocar uma pedra sobre o passado e sobre as polémicas que marcaram a Federação nestes últimos anos. Admitindo que não “fecha a porta” a um cargo para Ari Vatanen, lembra que foi uma campanha dura e que se sente “aliviado” pelo seu término.
No entanto, para o francês, o verdadeiro trabalho começa agora: “não vou mudar por mudar, gosto mais das mudanças construtivas. O que era válido há dez anos atrás já não o é agora”, afirmou, mantendo firme a intenção de criar o posto de comissário de competição para cada um dos mundiais da FIA.
Jean Todt vai herdar, como caso mais premente, a acção judicial que Flavio Briatore interpôs contra a FIA, o qual afirmou tratar-se “de um caso civil, no qual a FIA não está implicada directamente, mas se estiver será um caso que se terá de tratar com prioridade”.











