Mais uma vez, o piloto de Almargem do Bispo não se rogou a esforços para preparar a prova, mas o nível acima do terceiro lugar, posição que alcançou o ano passado, é muito complicado, até porque tem um orçamento menor do que na última edição e Coma e Despres continuam com as mesmas capacidades e estruturas de topo. Por isso, falar de vitória, só com muita cautela:
“Vou para o Dakar para melhorar o resultado anterior. É sempre esse o meu objetivo, ano após ano. Agora, posso afirmar o seguinte: nunca tinha evoluído tanto como este ano, sinto que estou na melhor forma da minha carreira. Estou mais rápido a ler o roadbook, estou mais rápido na moto, tudo está melhor. Sinto que estou mesmo mais completo e preparado do que nos anos anteriores mas a verdade é que o Marc e o Cyril são pilotos de topo com estruturas de topo e o Coma tem seis ou sete vezes mais dinheiro para gastar do que eu. Este ano tenho inclusive um orçamento mais baixo que o ano passado, depois de ter perdido dois patrocinadores que estavam comigo há algum tempo. Penso que o Cyril não se preparou tão bem este ano, não fez tanta competição e acredito que não estará tão forte como o Marc. Mas continua a ser o piloto que já ganhou o Dakar três vezes.”












