Disputada em troços de terra de dureza moderada, mas com especiais técnicas e de rapidez intermédia, a prova italiana poderá ser decidida, apesar de tudo, pelos furos e suas consequências.
Saber o que se está a pisar e como cortar as bermas pode ser a diferença entre sair vencedor e vencido deste rali, onde novas investidas estratégicas por parte dos principais directores de equipas como aconteceu no último Rali da Jordânia não são totalmente de descartar.
E se tal se voltar a verificar, com jogos de bastidores a ditarem a ordem de saída em dois dos três dias do rali, é a “prova provada” que está a nascer um novo Mundial de Ralis mais “artificial” do que nunca. Será? A resposta segue dentro de dias no palco da Sardenha…












