Já Sébastien Loeb venceu as primeiras cinco provas e na Sardenha deu início a uma longa curva descendente no seu ‘bioritmo’, que resulta na perda do comando da competição estando agora um ponto atrás do seu adversário. O piloto francês foi quarto em Itália (penalização de dois minutos devido a Daniel Elena ter tirado os cintos em andamento) aparatoso despiste na Grécia e agora este semi-abandono na Polónia, que ainda ‘deu’ para recuperar até aos lugares pontuáveis, devido aos problemas de motor no C4 WRC de Ogier, e às ordens de equipa nos caso de Evgeny Novikov e Conrad Rautenbach.
Daqui para a frente, com quatro provas para disputar, há já um vencedor assegurado: O espectáculo, pois vem aí o Rali da Finlândia em que Hirvonen e Loeb vão jogar tacto a taco, seguindo-se a Austrália (outro rali que se prevê equilibrado) Catalunha (prova claramente para uma dobradinha Citroen) e finalmente a Grã-Bretanha, um rali onde tudo pode acontecer. Assim sendo o mais provável é o WRC só se resolver no final do ano e até lá com o equilíbrio pontual, emoção é coisa que não vai faltar…











