A prova madeirense é muito importante para o líder do Campeonato de Portugal de Ralis, já que é uma prova com bónus, e tendo em conta os sete pontos que tem de avanço para o campeão Nacional em título, Bruno Magalhães, ‘convém’ manter a pressão, pois o piloto da equipa oficial da Peugeot está proibido de voltar a falhar, sob pena de Pascoal se distanciar decisivamente. Neste momento ambos os pilotos dependem de si próprios para chegar ao título, mas Magalhães está pressionado como nunca:
“Aproveitei a oportunidade para ir correr em asfalto, coisa que já não faço desde Novembro. Vou participar no Rali com o Filipe Nogueira, que também esteve envolvido no projecto, e quero fazer o máximo de quilómetros possíveis”, referiu o líder do CPR. Filipe Nogueira vai fazer a sua estreia como navegador, o carro também é
quase desconhecido, pelo que “não temos qualquer tipo de ambições relativamente a resultados. Queremos terminar, claro, mas no final o objectivo é sentir-me melhor preparado para a próxima prova do “Nacional”. Nessa, sim, pretendo terminar nos lugares da frente”, disse ainda Pascoal.
O Rali do Marítimo realiza-se já este fim-de-semana, nos dias 3 e 4 de Julho, e os pilotos vão efectuar uma dupla passagem pelas classificativas de Serra d’Água / Coral, Boaventura, Santana e Referta.











