Norbert Michelisz ficou desapontado por perder o título de 2017 do WTCC. O piloto húngaro reforçou que este foi o seu melhor ano da carreira, apesar dos muitos altos e baixos. O piloto da Honda até começou bem o fim de semana no Qatar, mas um problema durante a qualificação atirou Michelisz para o 11º lugar no arranque de cada corrida, terminando com as aspirações de chegar ao título.
“Na quinta feira estava muito confiante, mas correu tudo diferente do esperado. Estar envolvido nos desportos motorizados há 11 anos ensinou-me muito, especialmente este ano. Penso que o Thed mereceu ser campeão. Foi muito consistente, forte, nós tivemos muitos acidentes do nosso lado, foi muito difícil. Foi o melhor ano da minha vida, ser segundo no WTCC, não é o maior desastre do mundo, posso não ter tido muita sorte no WTCC, mas tive fora dele”, disse Michelisz.











Pois! Mas o pessoal da Honda não deve ter a mesma opinião, até porque o segundo é sempre o maior e o mais frustrado dos derotados. No entanto a Honda só pode culpar-se a si própria por algumas das escolhas que fez, a começar pelo conceito do carro, baseado num hatchback, quando a história nos diz que três volumes é mais favorável aerodinâmicamente, senão veja-se que os últimos campeões foram sempre carros compridos, e até a Citroën preferiu usar o C-elisée, que é muito vendido… para táxi. Quanto a pilotos, Michigami foi claramente uma má aposta que nem em termos… Ler mais »
Pois não, é o segundo maior.