José María López está no seu terceiro ano no WTCC e poderá estabelecer um novo recorde, sagrando-se tricampeão em apenas três participações. O piloto argentino admite que “tenho uma boa vantagem, nunca tive uma vantagem pontual tão grande como tenho agora, nem sequer o ano passado. Ainda temos que chegar ao fim, é sempre difícil, mas basta não fazer erros”.
Comparado a Fangio, López voltou a colocar o seu país no mapa das corridas internacionais, mas reconhece que “é difícil na Argentina alguém começar uma carreira internacional. É preciso muito dinheiro para chegar à F1. Obviamente, espero poder abrir o caminho para outros pilotos. Temos um campeonato de turismos muito forte, e penso que os pilotos gostariam de iniciar carreiras internacionais, mas como ficam todos na Argentina, dão origem a um campeonato forte”.
Com a Citroën a sair do WTCC no final do ano, o piloto argentino quer “continuar a correr nas pistas europeias, e estamos a trabalhar para isso. Estamos a estudar algumas oportunidades”. O DTM é um boato, mas “não é o que mais gosto. Prefiro o WTCC porque é um campeonato do mundo e viaja por 12 países. Veremos o que se passa, em julho devo ter novidades”.












