O promotor do WTCC mostrou-se muito satisfeito por ter contribuído para que a carreira de José Maria Lopez, bicampeão do Campeonato do Mundo de Turismo e a caminho de um terceiro título mundial, regressasse às ‘bocas’ do mundo.
Lopez, antigo piloto de desenvolvimento da Renault, e a primeira (e única) contratação do projeto US F1, passou grande parte da última década no seu país de origem, a Argentina, até dar nas vistas no campeonato de turismos local e em particular quando se estreou no WTCC em 2013, com um BMW Série 3 da Wiechers-Sport, vencendo o troféu dos independentes e conquistando uma vitória à geral na segunda corrida realizada no circuito de Termas de Rio Hondo.
No ano seguinte foi contratado para a equipa oficial da Citroën na competição, dominando desde aí o WTCC depois de superar o fortíssimo colega de equipa Yvan Muller.
“Tenho uma grande admiração por aquilo que ele tem feito, e igualmente pelo que fez no passado. Estou muito feliz, não consegues imagainar o quanto estou feliz, que nós somos o campeonato em que ele despontou e se deu a conhecer. Hoje tenho muitas pessoas a dizerem-me: “Ah, mas eu sabia que o Lopez era muito forte, que ele tinha o potencial para ser campeão do mundo, era óbvio quando analisas a carreira dele dos karts a piloto de desenvolvimeno da Renault, estava à vista de todos que ele seria campeão um dia””.
“Sim, mas quando eu o conheci em 2013, ele apenas corria na Argentina e ninguém queria saber dele internacionalmente. Ninguém, respondi. Por isso estou muito satisfeito que o WTCC tornou o Lopez num rei dos carrosd e turismo, e que lhe deu um perfil internacional. Ele merece-o e penso que faz parte do nosso campeonato – criar os seus próprios heróis”, concluiu.








