O vice-campeão do mundo de turismos, Norbert Michelisz está ainda sem contrato para 2018 e aguarda por novos desenvolvimentos.
Embora sem um plano concreto para o seu futuro e para o futuro da sua equipa, a M1RA, o húngaro é claro no seu objetivo… participar no WTCR e lutar pelo titulo que escapou no ano passado: “Ainda não tenho contrato assinado e creio que ainda falta umas semanas até definir o meu futuro e o da minha equipa. Mas admito que a minha vontade é participar no WTCR e lutar pelo titulo. Na minha opinião prefiro uma taça do mundo mais forte do que um campeonato do mundo mais fraco. Existem 5 ou 6 equipas que me parecem podem estar no WTCR com o apoio direto das marcas e existirão 6 ou 7 pilotos que poderão ser contratados pelas marcas para pilotar as respetivas máquinas.”
É, portanto, com uma elevada dose de otimismo que a estrela húngara vê esta nova fase nos turismos admitindo, no entanto que não acredita que a grelha possa ficar preenchida com os tão falados 26 carros:
“Com o aumento do custo do WTCR em relação ao TCR, não acredito que possamos ter os 26 carros e as 10 equipas com o apoio financeiro necessário, mas creio que é possível termos 20 inscritos para a época toda.”
São, para já, muitas as opiniões positivas em relação à troca de campeonato. O problema do aumento de custos é uma realidade que pode prejudicar um pouco a vinda de outras equipas, mas a exposição será maior e o prestigio também o que justifica em parte o acréscimo dos custos que, de todas as formas, serão sempre inferiores aos que o WTCC tinha. A qualidade nas grelhas do WTCC e do TCR era considerável e se for possível juntar os melhores de ambos os campeonatos, teremos por certo uma taça do mundo muito interessante para seguir. Com a primeira prova marcada apenas para o mês de abril, ainda há muito por definir, numa competição que vai atrair muitos curiosos.










