A Alpine vai correr em 2021 na categoria LMP1 do Mundial de Endurance (WEC) e a Toyota não perdeu tempo a “passar a mensagem” relativa à eventual paridade de desempenho dos LMP1 de 2021 com os novos LMH, com Pascal Vasselon, Diretor Técnico da Toyota a dizer que “a equidade dos LMP1 com os LMH mataria a nova classe ainda antes desta começar”. Portanto, Vasselon ‘quer’ que os LMP1 sejam menos competitivos que os novos LMH. Tudo isto porque a Alpine confirmou a passagem para a categoria LMP1 em 2021 com uma versão modificada do Rebellion R13 Gibson que está previsto competir ao lado dos Toyota, Glickenhaus e ByKolles. A Ginetta também é hipótese, caso arranje cliente para o seu G60-LT-P1 AER. Há muito se sabia que tendo em conta o período de homologação de três anos dos atuais LMP1, estes iriam coexistir um ano com o novos LMH, mas Vasselon assegura que o combinado era que estes seriam mais lentos que o novos LMH. Mas a FIA e a ACO ainda não ‘posicionaram’ os LMP1 e agora já há a Alpine confirmada. Resta saber ainda se a homologação dos LMP1 vai ser estendida mais uma época caso a nova plataforma regulamentar ACO-IMSA LMDh for adiada para 2023, como se acredita que vá acontecer.
Por tudo isto, percebe-se que há “jogos de bastidores”, cada um “puxa a brasa à sardinha que lhe dá mais jeito”. Sempre foi assim e sempre há-de assim ser. Provavelmente a Peugeot vai juntar-se à ‘festa’, a Alpine vai para a LMP1 provavelmente para dar o salto para a LMH ou LMDh e portanto tudo isto está a compor bem melhor o Mundial de enduracne que não há muito tempo esteve quase à “portas da morte”.












