O regresso da Ferrari ao mundo do Endurance foi encarado com grande expetativa. A marca que já venceu Le Mans por 9 vezes, pretende vencer a décima na prova do centenário, e apostou forte no projeto LMH.
Fazer um LMDh nunca esteve em cima da mesa, pois a Ferrari gosta de fazer as coisas à sua maneira. E por isso apresentou já na segunda metade de 2022 o 499P, protótipo equipado com um motor V6 3.0 L Twin-Turbo com unidade híbrida desenvolvida pela Scuderia, usando a experiência adquirida na F1.
A entrada da Ferrari no WEC é um sinal de saúde do campeonato e vai trazer mais interessados. A marca vai apoiar-se na experiência da AF Corse para enfrentar o novo desafio, pois a Ferrari não corre (oficialmente) na categoria principal da resistência desde 1973.
50 anos depois, a Scuderia regressa ao topo das corridas de longa duração e no primeiro ano espera lutar pela vitória no centenário de Le Mans, repetindo o feito de 1964. Para isso, colocarão dois carros em pista: o #50 de Antonio Fuoco, Miguel Molina e Nicklas Nielsen e o #51 de Alessandro Pier Guidi, James Calado, Antonio Giovinazzi, com o ex- F1 e ex-Fórmula E a ingressar em mais uma aventura no topo do desporto motorizado.
A primeira amostra em Sebring foi prometedora com uma ida ao pódio na primeira corrida. A Toyota dominou mas a Ferrari fez a pole e não ficou muito longe dos nipónicos. As primeiras impressões são muito boas, tendo em conta que foi apenas a primeira corrida, numa pista tão especifica como a de Sebring. Em Portimão, a concorrência pode melhorar, mas a Ferrari pode também surpreender novamente e desafiar pela vitória.














