A Cadillac não quis deixar passar a oportunidade de lutar pela vitória em Le Mans. O construtor americano corre na categoria principal do mundial de endurance sendo, a par da Porsche, a única marca que aposta nos dois campeonatos.
Os americanos apostam no V-LMDh para tentarem o sucesso no mundial, tal como alcançaram no IMSA, com o Cadillac DPi-V.R . O DPi começou por ser um V8 de 6.2L naturalmente aspirado, com uma segunda versão da motorização a ser implementada já a meio da regulamentação, com o motor a diminuir de tamanho para uns mais “modestos” 5.5L mantendo a configuração dos oito cilindros em V, sempre naturalmente aspirados, com o chassis a ser desenvolvido pela Dallara.
Para a era LMDh, a filosofia mantém-se, com o novo V-LMDh a ser equipado com um motor com a mesma configuração e cilindrada, desta vez acoplado a um sistema híbrido. O chassis também foi desenvolvido pela Dallara. A Chip Ganassi Cadillac Racing colocará apenas um carro em pista, o #2, com Earl Bamber, Alex Lynn e Richard Westbrook aos comandos da máquina americana, com o maior motor do campeonato.
A primeira amostra no WEC foi algo sem sal, mas o potencial que se tem visto no IMSA faz acreditar que é uma questão de tempo até que os americanos possam estar a lutar por lugares interessantes. Portugal é palco da primeira saída fora dos EUA do V-LMDh, um grande desafio, pois Portimão é tudo menos fácil.













