A época 2018/2019 ficará para sempre manchada pela falta de competitividade. Os responsáveis do WEC tentaram equilibrar as performances dos híbridos e não híbridos de forma a ter um campeonato mais interessante mas o que se tem visto é um domínio absoluto e inquestionável da Toyota. André Lotterer falou sobre o famoso Equivalent of Technology (EoT) que permitiu juntar os LMP1 híbridos e não híbridos mas cujos resultados ficaram a desejar:
“Talvez o desempenho possa ser equilibrado numa volta, mas a resistência é muito mais do que o andamento numa volta”, disse Lotterer, piloto da Rebellion, ao motorsport.com. “É difícil equilibrar o desempenho em várias horas entre nós e a Toyota, porque os híbridos têm tracção nas quatro rodas e têm uma enorme vantagem no tráfego. É praticamente impossível tentar igualar o seu andamento.”
“Acho que foi um pouco ingénuo acreditar nisso porque há muito desempenho [extra] em carros de tracção nas quatro rodas. Ter velocidade nas curvas lentas e não ficar preso no trânsito é onde eles saem beneficiados em relação a nós. Alguns quilos a mais não vão mudar muito. A única maneira de equilibrar as coisas é limitar o sistema híbrido em velocidades abaixo de 120 km / h.”
“Se nós usássemos um formato como nos EUA, permanecendo na mesma volta, poderíamos tentar algo se cometessem um erro. Mas com o sistema Full Course Yellow, não há suspense. Não há elementos que nos permitam voltar e permanecer na mesma volta. Esses são aspectos de segurança, mas não estão adaptados às corridas de resistência.”












