Para o ACO, o futuro passa pelo hidrogénio e a organização francesa está a fazer uma aposta forte nesta tecnologia, que deverá ir para as pistas em 2024.
Em 2018 o ACO lançou a ideia de criar uma classe 100% movida a hidrogénio, reforçando a sua aposta em tecnologia sustentável e em 2019 vimos em pista o LMPH2G, a primeira amostra criada pela GreenGT, empresa suíça.
Uma segunda geração do carro foi mostrada em Le Mans em Setembro passado. O primeiro protótipo de hidrogénio da GreenGT desenvolvido num chassis fornecido pela Welter Racing foi previsto para uma entrada em Le Mans em 2013, na vaga da ‘Garage 56’ reservado para maquinaria experimental, que ficou ocupada pelo Deltawing e ZEOD RC da Nissan em 2012 e 2013 respetivamente.
A ideia não caiu no esquecimento foi sendo desenvolvida para agora se tornar numa das peças centrais do projeto a longo prazo do ACO.
A GreenGT irá fornecer os motores elétricos, a bateria e a transmissão, deixando os fabricantes e as equipas que entram na categoria a desenvolver as células de combustível que produzem a eletricidade. Já anteriormente tinha sido anunciado que a Red Bull e Oreca iriam desenvolver o chassis.
O presidente da ACO Pierre Fillon descreveu a GreenGT como uma “escolha óbvia para nós”.
“Já trabalhamos juntos há vários anos e a experiência que acumulámos graças ao projeto MissionH24 irá beneficiar as equipas que entram na classe”, disse ele. “Sabemos para onde queremos ir, e com excelentes companheiros para nos ajudar no caminho, o ACO está determinado a alcançar o objetivo de dar um contributo real para uma mobilidade sustentável”.
O chefe da GreenGT Christophe Ricard acrescentou que a sua empresa está “orgulhosa de se juntar aos proeminentes peritos automóveis ORECA, Red Bull Advanced Technologies e Plastic Omnium [que é o fornecedor dos tanques de combustível de alta pressão]”.












