O Conselho Mundial da FIA, reunido no Mónaco, aprovou as alterações ao regulamento técnico do Campeonato do Mundo de Resistência (WEC) que permitem a convergência de desempenhos entre as novas classes Le Mans Hypercar (LMH) e Le Mans Daytona h (LMDh).
É mais um passo para a convergência entre as duas competições dos dois lados do Atlântico. A partida foi dada pela reunião em Paris entre ambas as partes, onde foram delineados os temas que precisavam de entendimento.
O acordo entre ACO e IMSA por si só, ainda não foi divulgado, mas vem numa altura em que o interesse de construtores aumenta: a BMW anunciou um projeto para os LMDh, assim como Acura, Audi e Porsche. A Ferrari vai juntar-se a Toyota, Peugeot e Glickenhaus com um programa de LMH.
Fritz Enzinger, diretor da Porsche Motorsport, já comentou a decisão da FIA.
“Congratulamo-nos com a convergência entre LMDh e LMH. Graças aos responsáveis do FIA WEC e da IMSA. Isto irá criar um grande espetáculo para os fãs de todo o mundo. Estamos muito ansiosos por entrar novamente nas corridas de protótipos”.
Na mesma reunião, foi aprovada a alteração do calendário da disciplina, que anunciou esta semana o cancelamento da prova de Fuji, por outra corrida de 8 horas no Bahrein.
O regulamento técnico dos LMP2 não vai sofrer alteração até 2023, ficou também acordado no Conselho Mundial da FIA.











Onde está o grupo 1, ou como aquilo se chamava, que visava convergir as regras entre o DTM, o Super GT500 e os GT’s americanos?
Pois, não existe. Baixou-se as calças aos americanos e ficaram a chuchar no dedo (para não dizer outra coisa).
Onde anda os carros de DTM? E onde andam os Super GT500 nas pistas europeias? Alguém alguma vez viu as versões americanas?
Mas pronto, baixem as calças aos americanos que eles gostam.