António Félix da Costa esteve presente na edição de 2020 das 24h de Le Mans a bordo do Oreca 07-Gibson #38 da Jota Sport e teve como companheiros de equipa Anthony Davidson e Roberto Gonzalez. No da grande maratona, o carro #38 ficou na segunda posição da categoria LMP2.
No final, após a prestigiante cerimónia do pódio, Félix da Costa afirmou que “é sem dúvida um grande resultado para mim e para a JOTA, pois trata-se do meu primeiro pódio nas 24 horas de Le Mans, a grande prova de resistência a nível mundial”.
“Acreditamos sempre e lutámos até à última volta para vencer, mas sabíamos que não tínhamos o carro mais rápido, portanto a estratégia foi a de não cometer erros e procurar espreitar uma oportunidade”, referiu Félix da Costa.
“Acabamos em 2º, um excelente resultado e como sempre disse, não ganhando eu, a vitória teria de ir na mesma para Portugal, por isso fico contente com a vitória do Filipe e ficam os meus parabéns, foram uns justos vencedores e foi um prazer lutar durante toda a corrida, foi uma grande batalha e terminar uma corrida de 24 horas separados por 32 segundos mostra bem isso”, finalizou o piloto português.













Grande Félix, seja qual for a categoria dá sempre cartas. Excelente trabalho. Pena lhe terem cortado as pernas na F1, algum apoio ajudava estes talentos. Não
é só meter-lhes medalhas ao peito qdo ganham, é preciso ajudá-los a chegar lá. Representam o nosso país a um nível mundial.
É Campeão na e-formula, luta pela vitória até á ultima volta em LMP2 nas 24hrs LM, e a problemática é a F1 e as medalhas!!! Ao nivel a que estão o AFC e o FA, os apoios nacionais são relativos, porque já têm muito valor e procura pelas suas qualidades e competências. O reconhecimento e as medalhas (bemvindas e merecidas) são um detalhe nos resultados, pois expoê-nos ao paìs que os desconhece e põe o automobilismo, e já agora o motociclismo também, nos telejornais e na imprensa generalista em alta. Isso importa muito.
O que dizer um ano em cheio!
Esperemos que para o ano esteja no Hiper da Peugeot