Filipe Albuquerque terminou as 24 de Le Mans no quarto posto da categoria LMP2.
Desde a sessão de qualificação que o piloto português e os seus companheiros de equipa, Phil Hanson e Paul Di Resta foram conscientes. O Ligier da United Autosports esteve uns furos abaixo dos primeiros classificados, o que previa uma corrida complicada para a equipa do piloto português.
Filipe Albuquerque que participou na prova pela sexta vez, impôs sempre um andamento forte e regular e chegou ao final com o sentimento de dever cumprido:
“A nossa corrida decorreu na perfeição. O carro portou-se bem e não teve qualquer problema de fiabilidade. Nós, pilotos, fizemos o nosso trabalho sem grandes contratempos, excepção feita ao ‘drive-through’ que me foi imposto, mas, para além disso, andámos sempre bem e ao ritmo que o carro permitia. Fomos de longe o melhor Ligier e dificilmente conseguiríamos fazer melhor, salvo se algo acontecesse aos nossos adversários.”
A falta de andamento do Ligier foi notória sobretudo num traçado tão particular como o de Le Mans de acordo com Filipe Albuquerque:
“Infelizmente o nosso carro está longe dos Oreca em termos de performance. Eles são mais rápidos e não havendo percalços, era difícil chegarmos a eles. Ainda recuperámos dois lugares, de sexto até quarto, e ficámos na expectativa do que poderia acontecer nas últimas horas. Infelizmente nada mudou e o quarto lugar foi o resultado possível. Termino as 24h de Le Mans com o sentimento que dei o melhor, que não cometi erros e que não havia nada que pudesse fazer. Para o ano, quem sabe, consiga o tão desejado pódio.”










