24 Horas de Le Mans: Preparado para o fracasso
Anthony Davidson, um dos pilotos do Toyota # 8, admitiu que está preparado para o fracasso nas 24 Horas de Le Mans, apesar da equipa ter dominado a qualificação. O construtor japonês tem uma coleção revezes na mítica clássica de endurance, sendo a mais dramática a de 2016, quando o seu carro que liderava ficou parado na reta da meta a uma volta do fim.
Davidson, que também fez parte da formação da Peugeot em Le Mans em 2010, quando a marca francesa tinha mais andamento que a rival Audi, mas acabou por não conseguir terminar a corrida, conhece bem o amargo sabor da derrota. “Para mim não tem apenas a ver com o carro, É necessário abster-nos das emoções em tudo isto, mas é difícil, Estou mais preparado para o fracasso do que para o sucesso, mas talvez seja eu a ser pessimista”, admitiu o britânico, antigo piloto da Honda na F1.
Anthony Davidson confessa que em 2016 começou a ficar excitado com a possibilidade de ganhar nos últimos minutos:“No ano passado penas pensei no pódio a 10 minutos do fim… Foi como que uma premonição”. E apesar de Kamui Kobayashi ter conseguido o recorde de Le Mans no carro # 7, o piloto britânico considera que a Toyota será menos dominadora na corrida.
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João Pereira
17 Junho, 2017 at 16:23
Este gajo deve ser o piloto mais supersticioso e pessimista que já existiu.
Ele queixa-se do que lhe aconteceu na Peugeot naquele ano, provavelmente nunca ouviu falar de um tal Pedro Lamy.
Já agora, a Peugeot falhou completamente Le Mans naquele ano, por problemas mecânicos, e por problemas De Quesnel.
A Toyota tem nos bastisdores o homem mais experiente em Le Mans, Hughes De Chaunac, também ele uma vitima de problemas De Quesnel naquele ano, em que a Audi venceu com o carro que sobrou depois de dois acidentes horríveis, que eliminaram dois carros, um logo no início, outro a meio da noite. Hughes De Chaunac, provavelmente o director de equipa que já verteu mais lágrimas em Le Mans.
Sou um homem Porsche, mas não vou ficar nada chateado se a Toyota vencer este ano, já gostava que tivessem conseguido no ano passado.