A semana de Le Mans começou bem para a equipa WRT onde se insere o piloto angolano Rui Andrade. O Oreca #41 de Andrade, discutiu a Hyperpole com Norman Nato ao volante e a conquistar uma posição na segunda fila da grelha de partida entre os LMP2.
No sábado, Rene Rast no carro #31 originou o toque no carro #22, de Filipe Albuquerque, que depois tocou em Ferdinand Habsburg no carro #41, causando um furo. O companheiro de equipa de Andrade teve de fazer uma volta completa à pista em velocidade reduzida para voltar às boxes. A corrida, portanto, tornou-se um exercício de recuperação.
Menos de quatro horas depois, Robin Frijns no #41, voltou ao top 10, mas à noite o carro da Realteam by WTR ficou preso durante algum tempo na gravilha depois de ter sido forçado a sair de pista por um adversário. Na manhã de domingo, o #41 estava no 17º lugar, com três voltas de atraso para o líder, terminando a edição 90 das 24 Horas de Le Mans nessa posição.
Rui Andrade salientou a perseverança de toda a equipa em não desistir da exigente prova de endurance. “Obviamente não foi o resultado que queríamos para ambos os carros. Foi uma corrida dura desde o início, os danos custaram-nos duas voltas, mas depois, houve mais problemas e erros. Foi uma pena, mas ainda bem que não desistimos e somamos alguns pontos que podem ser muito úteis no final do campeonato. Agora, temos tempo para descansar, relaxar, ver onde podemos melhorar e preparar-nos para Monza”, concluiu o piloto angolano.












