A W-Series, uma competição de monolugares exclusivamente feminina que foi criada em 2019, entrou em processo de falência, menos de um ano depois da sua época de 2022 ter sido interrompida devido a dificuldades financeiras. A competição era apoiada pela Fórmula 1 e tinha como objetivo promover as pilotos femininas e ajudá-las a progredir na sua carreira no automobilismo.
Foi inicialmente elogiada por alguns por dar às pilotos femininas uma plataforma para competir e mostrar o seu talento, mas também foi criticada por ser sexista e perpetuar o estereótipo de que as mulheres não são tão boas a conduzir quanto os homens.
Em 2022, a W-Series foi suspensa devido a dificuldades financeiras e agora entrou em administração judicial, com o consequente despedimento de todo o pessoal. Jamie Chadwick preparava-se em 2022 para garantir o seu terceiro título consecutivo – o que assegurou administrativamente sem a realização das três últimas provas – pois a falta de apoios e consequentemente liquidez, levou a este desfecho.
Os seus responsáveis ainda tentaram vender, mas as discussões não tiveram sucesso.
Basicamente, a série foi substituída pela F1 Academy, lançada este ano como um campeonato júnior para pilotos do sexo feminino, equivalente à F4.












O que me intriga não é que tenha entrado em processo de falência, é como é que alguém alguma vez pensou que podia ser financeiramente viável.
Ca no site havia defensores acerrimos… Eu nunca apreciei e ate achei de mau gosto…competicoes separadas por sexo?? Nao obrigado. Todas as que aparecem depressa desaparecem,ate em portugal ja aconteceu. So de imaginar o que aconteceria se houvesse uma man series exclusiva para homens….os organizadores eram obrigados a fugir para marte. É o talento aue faz subir degraus e quanto muito com a ajuda do dinheiro. Passa pela cabeça de alguem uma qualquer marca ou patrocinador recomhecer que esta ali um diamante e nao apoiar? Ja estamos no sec XXI, mas muita gente ainda anda convencida que ainda estamos no… Ler mais »
Do ponto de vista de plataforma de desenvolvimento, podia ter resultado, se a Chadwick tivesse logo dado o salto.
Do ponto de vista financeiro, nunca vi grande hipótese de se aguentar, era muito dinheiro, com muito pouco retorno.
E nao deu porque?
As corridas poderiam parecer competitivas mas era uma competividade nivelada por baixo.
No endurance e gt’s temos muitas mulheres ao volante e ate equipas femininas. Nao havia lugar para a chadwick? Mas olhe que ela ate andou.
A maior parte do plantel das w seriee eram pilotos que so eram pilotos porque toda a carreira tiveram bons investidores, mas resultados durante a carreira eram escassos, e competições regionais nao contam.